Audiovisual
08 de março de 2022
19:00
Captar pistas do tempo: a fotografia, a floresta e a história
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Exclusivo para você


Além do conhecimento valioso adquirido, os participantes do evento receberão um desconto exclusivo no nosso curso de Fotografia.

A quem pode interessar


. Amantes e/ou estudantes da fotografia
. Estudantes e profissionais do audiovisual
. Fotógrafos e documentaristas profissionais e amadores
. Quem sonha em começar a fotografar
. Jornalistas e criadores de conteúdo
. Profissionais de diversas áreas que utilizam a fotografia
. Estudantes e profissionais de História, Biologia, Antropologia, Arqueologia
. Estudantes e profissionais de Direitos Humanos e Defesa do Meio Ambiente
. Educadores(as) em busca de conhecimento sobre a Amazônia

Sobre o que vamos falar


1. A trajetória de Maurício de Paiva
Conheça a trajetória de um artista que, ao fazer escolhas alinhadas com seus princípios e objetivos, traçou um caminho incomum e potente

2. O rigor técnico e estético a serviço da Ciência
Aprenda como a assinatura deste profissional revela seu apreço pelo discurso científico e pelos princípios dos direitos humanos e da preservação da floresta e sua cultura

3. O fotógrafo e sua relação com a imagem
Conheça a construção de uma expressão gráfica oriunda dos sentimentos, intuição e afeto do artista, que nos dá pistas de como os sentidos podem criar uma imagem para sensibilizar o leitor.

Palestrante

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Maurício de Paiva
Fotógrafo documentarista independente, artista visual, curador e jornalista independente focado em cultura e ciência
Maurício de Paiva é fotógrafo documentarista, curador e jornalista independente, dedica-se a áreas como direitos humanos, arqueologia e temas socioambientais, com ênfase nas comunidades tradicionais da Bacia Amazônica. É colaborador do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP) e do Museu Paraense Emílio Goeldi. Acompanha expedições bioantropológicas no Brasil em parceria com diversas instituições acadêmicas. Produziu dezenas de reportagens para a revista National Geographic Brasil. Também colaborou com o jornal Folha de São Paulo, as revistas Época, Greenpeace Magazine, Globo Rural, e as publicações científicas como Revista Fapesp, Scientific American e Dossiers d’Archéologie. Documenta a Amazônia há 16 anos, elaborando narrativas visuais na perspectiva da antropologia e na companhia de caboclos e ribeirinhos, buscando conectar e entender como seus atuais modos de vida refletem o passado pré-colonial – por exemplo, no manejo de plantas da floresta como dieta. Tem três livros publicados: Amazônia Antiga (2008); Futebol na Amazônia, Imagem e Alarido (2012); e Rufar dos Tambores, Imagens e Encontros Afro Amapaenses (2013). E realizou diversas exposições, entre elas Foto Arqueologia que Fica Na Amazônia: sítios vestígios andejos ribeirinhos (2020) e Précieux Poison D’Amazonie, no Musée Dobrée de Nantes, França (2019).
Maurício de Paiva é fotógrafo documentarista, curador e jornalista independente, dedica-se a áreas como direitos humanos, arqueologia e temas socioambientais, com ênfase nas comunidades tradicionais da Bacia Amazônica. É colaborador do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (MAE/USP) e do Museu Paraense Emílio Goeldi. Acompanha expedições bioantropológicas no Brasil em parceria com diversas instituições acadêmicas. Produziu dezenas de reportagens para a revista National Geographic Brasil. Também colaborou com o jornal Folha de São Paulo, as revistas Época, Greenpeace Magazine, Globo Rural, e as publicações científicas como Revista Fapesp, Scientific American e Dossiers d’Archéologie. Documenta a Amazônia há 16 anos, elaborando narrativas visuais na perspectiva da antropologia e na companhia de caboclos e ribeirinhos, buscando conectar e entender como seus atuais modos de vida refletem o passado pré-colonial – por exemplo, no manejo de plantas da floresta como dieta. Tem três livros publicados: Amazônia Antiga (2008); Futebol na Amazônia, Imagem e Alarido (2012); e Rufar dos Tambores, Imagens e Encontros Afro Amapaenses (2013). E realizou diversas exposições, entre elas Foto Arqueologia que Fica Na Amazônia: sítios vestígios andejos ribeirinhos (2020) e Précieux Poison D’Amazonie, no Musée Dobrée de Nantes, França (2019).

Agenda do Evento

08 de março, 19:00

Captar pistas do tempo: a fotografia, a floresta e a história

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