Os bastidores de um filme independente

Última atualização
02 out 2023
Tempo de leitura
17 min
Como é feito um filme independente

Pedro Kalli e Renata Moraes, diretores do curta O Seguidor, que fez sua pré-estreia no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, nos contaram como foi o processo de fazer um filme de terror psicológico independente.

Você já parou para pensar em como um curta-metragem é desenvolvido? Por trás dos poucos minutos de duração, acredite: há vários processos que são feitos por diversos profissionais do audiovisual antes, durante e depois das gravações.

Para entender mais sobre essa dinâmica, conversamos com o videomaker e editor de vídeo da EBAC Pedro Kalli e com a roteirista especialista em storytelling Renata Moraes que, juntos, dirigiram o curta-metragem de terror psicológico O Seguidor, que fez sua pré-estreia no último sábado, no Museu da Imagem e do Som (MIS), em São Paulo, e terá uma exibição exclusiva no próximo EBAC Talks.

No bate-papo, Pedro e Renata falaram sobre a produção do curta-metragem, ao mesmo tempo que destacaram o que consideram importante durante a criação de uma obra audiovisual.

Pedro Kalli e Renata Moraes, diretores do curta-metragem O Seguidor Fonte: arquivo pessoal

Pedro Kalli e Renata Moraes, diretores do curta-metragem O Seguidor Fonte: arquivo pessoal

Como a ideia do filme surgiu e qual a sinopse dele?

Renata: Eu escrevi esse roteiro quando a gente estava no auge da pandemia, em 2021. Na época, as pessoas estavam trancafiadas em casa, entrando em depressão, e eu tive a ideia de fazer um roteiro falando um pouco sobre isso, mas com um plano de fundo de terror.

E o filme retrata a Sara, uma digital influencer que trabalha com Instagram, que começa a se sentir muito depressiva e melancólica. Ela acorda, mal consegue se levantar e ela só descobre o real motivo disso tudo quando liga a câmera do celular, que é a ferramenta de trabalho dela. Se eu contar mais detalhes vai ser spoiler, mas é basicamente isso!

Como foi o processo de pré-produção do filme?

Renata: Primeiro de tudo foi ter o roteiro apurado. A gente tem que ser um pouco desapegado do texto porque nunca é a primeira versão que vai ser a oficial. A criatividade nessas horas é sempre filtrada pelas ferramentas que a gente tem disponíveis e pelo orçamento.

Por isso, eu já tinha feito o roteiro pensando que a gente iria usar o mínimo de recursos possível, porque eu sabia que seria uma produção independente. Então, eu já fiz o roteiro para que a história acontecesse dentro de uma casa só, com poucos personagens e poucos diálogos. Isso tudo para facilitar a vida de todo mundo.

Nessa fase, a gente também decidiu onde seria a divulgação do filme – que vai ser em uma plataforma na internet -, por isso, o roteiro precisaria ser um pouco menor. E aí, eu fui adaptando, a gente foi conversando e mudando muita coisa nas reuniões até o roteiro ficar do tamanho e do formato que a gente achou que seria melhor para poder fazer a divulgação online.

Como foi a formação da equipe?

Pedro: O meu pensamento, desde o início, era de que a gente precisava montar uma equipe pequena. Eu não queria que fosse algo muito grande porque a gente queria ter uma conexão com todos os envolvidos, então a escolha de cada pessoa foi bem minuciosa.

Eu acho importante considerar que quando a gente leva as pessoas para trabalhar no set, espera-se que elas sejam profissionais, claro, mas que também estejam realmente na mesma vibe que você.

Eu já tinha algumas pessoas em mente, vi quais profissionais eu iria precisar – atores, maquiadora, fotógrafo, produtor de set, diretor de arte… – e fui chamando. Grande parte dos profissionais que trabalharam no filme são amigos meus, são pessoas que aspiram muito para esse lado artístico e acho que a gente teve um resultado muito legal.

Renata: Ao todo foram 10 profissionais no set: eu e o Pedro como diretores; o diretor de fotografia Felipe Natali; o produtor de set Enrico Cortez; as duas atrizes Amanda Azevedo e Kelita Carvalho; a maquiadora Suellen Moura; o Lucas Napoleão, que também atuou; o diretor de arte e figurino Miller Ludgerio; e o fotógrafo de still Alan Lacerda.

E foi importante o Pedro chamar essas pessoas de forma minuciosa. Isso fez o dia de gravação fluir muito melhor. A gente entrou numa sintonia muito boa. Todo mundo estava disposto a experimentar, tentar, aprender… Foi muito bom.

É importante lembrar que eram 10 pessoas no set, mas o filme não acaba quando se grava. Tivemos outros profissionais envolvidos antes e depois da gravação: O Lucca Carvalho que fez o storyboard; Jonathan Wirth que fez a trilha sonora; a Juliana Penfold que fez o foley; o Matheus Aureliano que fez o logo do curta e algumas ilustrações; tem também a Júlia Diniz que está nos ajudando com a parte de assessoria de imprensa… então são alguns profissionais envolvidos!

Bastidores da gravação do filme O Seguidor. Imagem: Alan Lacerda

Bastidores da gravação do filme O Seguidor. Imagem: Alan Lacerda

E vocês se reuniram muitas vezes com a equipe?

Renata: Foram várias reuniões antes. A gente ficou meses planejando para dar tudo certo. A gente mandou muitas referências para eles e isso foi muito importante para cada pessoa. Por exemplo, a gente marcava uma reunião só com a maquiadora e mandava referências de maquiagens. Com as atrizes também. Fizemos várias reuniões, mandamos referências de atuação. E isso foi fundamental para a gente ficar alinhado no dia da gravação.

Pedro: Um dos passos mais importantes da pré-produção foi uma reunião geral onde a gente passou o roteiro e conversou a respeito de tudo: sobre arte, como ia ser, quais seriam os processos, quantos dias de gravação seriam… então, foi muito legal. Eu acho que o que fez dar muito certo foi essa pré-produção. Todo mundo ficou falando a mesma língua.

E como foi o dia da gravação?

Pedro: Um detalhe que foi muito legal é que todo mundo chegou para trabalhar muito animado. Mas quando a gente foi começar a gravar, a atriz saiu do quarto e o ânimo foi lá para baixo. Mas isso porque era preciso criar um ambiente apropriado, já que a gente estava falando de uma pessoa depressiva. Então, eu falei para o pessoal “gente, não dá para ficar rindo agora” porque era algo muito pesado e a gente tinha que ajudar a atriz também.

E eu estou falando isso porque, a partir do momento que você vai gravar algo de ficção, que não é real, você tem que ajudar o ator. E esse clima não podia ser quebrado. Você tem que tomar muito cuidado para não desconcentrar as pessoas, e ainda mais no nosso caso que era muito delicado, eram muitas cenas tensas e pesadas. Então, além de tomar cuidado com os enquadramentos e outros detalhes, a gente também tinha que se comportar para não tirar as atrizes da vibe. Isso também é muito importante.

E o storyboard foi algo importante no dia da gravação, né?

Pedro: Quem fez o storyboard foi o Lucca Carvalho, que também trabalha na EBAC. Ter o storyboard foi muito bom porque a gente só batia o olho nele e copiava a cena na câmera. E isso ajudou muito porque, como as cenas foram pensadas antes, a gente não precisava ficar batendo cabeça na hora de filmar, nem perdendo tempo.

Renata: Ter esse mapa visual é essencial porque, no cinema, você já tem que estar preparado para imprevistos. Por mais que você se planeje, vai ter sempre um ou outro. Então, quanto mais você se preparar para chegar na gravação e não ter tantos imprevistos, melhor. E o storyboard ajuda nisso.

Houve algum imprevisto no dia da gravação?

Pedro: O Seguidor é um curta de terror que se passa durante o dia. A gente começou a gravar e, do nada, o sol começou a abaixar. A gente foi perdendo aquela luz solar e aí a gente teve que acelerar a gravação.

Renata: A gente teve que inverter a ordem da filmagem, usar refletor, cena que a gente ia filmar depois teve que filmar antes para aproveitar a luz… Então, tem que estar preparado porque imprevistos vão acontecer. E aí, nessas horas, eu acho importante ser criativo para contornar essas situações.

Pedro: Essas coisas acontecem. Faz parte de todo o processo. Então, mesmo que você esteja filmando internamente, num lugar fechado, ainda pode ter essas situações. E as soluções têm que estar na ponta da língua, você não pode perder muito tempo.

E como foi a parte de editar o filme?

Pedro: Eu acho que a parte da pós-produção foi a mais difícil para mim. Primeiro tem o processo de assistir o material bruto, que deu cerca de duas horas. E, assim, são muitos detalhes. Por mais que eu já tivesse as cenas na cabeça e estivesse fazendo pesquisas para ter ideias muito antes da gravação, ainda assim foi difícil. Existe a parte criativa, então você fica se perguntando “como eu vou fazer os cortes? Como que aquele detalhe vai entrar? Como vai ser o ritmo?” É um desafio.

E um detalhe importante para mim era o som do filme. O curta inteiro é muito quieto, a atriz principal não tem fala. E aí, eu ia ter que abusar do som de alguma maneira. Então, eu precisei baixar um monte de efeitos sonoros, sons que encaixassem, materiais para fazer a transição para não ficar um corte estranho… Então o som foi onde eu tentei ir além mesmo. Essa é uma parte que eu gosto muito, estou estudando bastante e era onde eu vi que poderia abusar. Foi um processo muito difícil, mas que a gente até que terminou rápido. Eu comecei a editar depois do Carnaval e entreguei o primeiro corte no final de março.

Ao todo, quanto tempo levou para o filme ficar pronto?

Renata: O curta tem dez minutos de duração, mas foram cerca de seis meses para ele ficar pronto. A gente fez a filmagem no início do ano, em fevereiro, em um único dia, mas teve todo o processo de pré e pós-produção.

Pedro: Na reunião geral, a gente chegou à conclusão que precisaria de um dia para fazer a montagem dos equipamentos. Então, no dia anterior à filmagem, a gente reservou para deixar tudo pronto: luzes, cenário e tudo mais. Por isso deu certo a gente fazer a gravação em um dia só.

E o resultado ficou como vocês esperavam?

Renata: Para mim, superou! A gente já tinha tido uma experiência de um curta que teve um set bem problemático, com muitos imprevistos. A gente não tinha se organizado muito bem, foi demorado e desgastante. E no Seguidor, não. Nesse filme a gente conseguiu deixar tudo fluido no dia da gravação, e isso me surpreendeu muito. E quando eu assisti ao filme, me surpreendi também.

Eu acho que ficou até melhor do que eu esperava, e eu devo muito isso ao Pedro e ao diretor de fotografia. Eles foram muito bons. O Pedro foi muito bom com a escolha de equipamentos, de lentes. Tecnicamente eu não tenho críticas. E, desde o início, a gente tinha na cabeça que o filme iria ser feito para ir para o portfólio. Então, a gente queria fazer algo que conseguisse colocar em festival e competir de igual para igual com outras produções maiores que, geralmente, têm mais orçamento. Por isso a gente deu o sangue e falamos “vamos fazer acontecer!” Então, tecnicamente, a gente ficou bem orgulhoso, todo mundo se surpreendeu.

E eu falo isso porque, quando se faz trabalhos independentes, a gente está acostumado a ter uma qualidade um pouco menor de imagem, isso já é esperado. E como ficou muito bom, eu fiquei surpresa.

Pedro: O resultado ficou muito bom! Óbvio que tem detalhes a serem melhorados, até porque cinema é aprendizado sempre, mas, de longe, foi o trabalho que eu mais me orgulho de ter feito, e o que eu mais tenho vontade de mostrar para todo mundo. Acho que o grande termômetro é esse: quando você tem muita vontade de mostrar para as pessoas, sem medo, porque você sabe que está bom.

Imagem/Reprodução: O Seguidor

Apesar de ter sido uma produção independente, o filme teve algum investimento?

Pedro: O curta custou R$ 10 mil. Essa era uma grana que eu já estava juntando faz um tempo e foi uma escolha minha fazer esse investimento. Eu já estava querendo fazer um projeto meu porque o projeto mais autoral que eu tinha feito de ficção, de dramaturgia, foi com a Renata, em 2017. Então, eu senti que era hora. Como eu tinha o dinheiro guardado, eu investi.

Esse não é um valor alto – um longa-metragem independente custa muito mais – e, para mim e para todo mundo envolvido, vai ter um retorno. O meu maior objetivo com o filme era fazer algo legal e diferente, tanto que eu cheguei para a Renata e falei “vamos dar o nosso máximo para fazer algo profissional!” Foi quando eu peguei o que eu tinha de dinheiro guardado, decidi que iria escolher os profissionais certos e investi neles. Então, todo mundo foi pago.

Os equipamentos não foram caros, porque a gente já tinha algumas coisas, mas luz e câmera foram alugados. E aí, somando tudo, foi o que deu resultado. O investimento realmente dá uma diferença, mas eu acho que o mais importante de tudo foi o investimento nos profissionais que fizeram parte disso tudo. O importante é valorizar as pessoas que estão com você, e esse foi o meu objetivo maior quando tomei essa decisão.

Renata: É bom ressaltar que quem está começando não precisa fazer esse investimento. A gente conseguiria gravar esse filme só gastando com aluguel de equipamento, por exemplo, mas foi uma decisão do Pedro. Ele quis pagar a equipe, fazer esse reconhecimento, então ele foi juntando o dinheiro. E a gente sabe que os profissionais do audiovisual, às vezes, não são muito valorizados, então o Pedro quis contribuir para esse reconhecimento da equipe.

Pedro: A gente já fez vários outros projetos sem grana, sem nada de dinheiro. Mas eu tinha entendido que a minha fase dos perrengues, de zero grana e fazer tudo só por amor, já tinha passado. Agora que eu tenho um pouco mais de oportunidade e posso ajudar outras pessoas, eu vou ajudar.

Como surgiu a oportunidade de fazer a exibição do curta no MIS?

Renata: A gente já queria fazer a pré-estreia do filme num cinema, numa tela grande, justamente porque a imagem está muito boa. A gente queria exibir para o máximo de pessoas também, então entramos em contato com todo mundo do universo do cinema.

É muito caro fazer esse tipo de exibição, mesmo que seja para um curta independente, e durante esse processo, eu lembrei que eu tinha uma amiga, a Jéssica Silva, que trabalha no MIS. Ela cuida da parte criativa e aí, ela disse que iria lançar a ideia em uma reunião com os superiores para tentar ver se conseguiria. Ela mostrou o curta, levou o argumento, a sinopse, o trailer e eles gostaram!

Então, a gente conseguiu a sala principal do MIS, onde cabem 172 pessoas, foi gratuito, e a sala ficou lotada! E o MIS é um lugar que eu já admirava, eu já fui em várias exposições lá, então foi muito legal! Mas é isso, quanto mais pessoas você conhece, mais fácil fica. Se não fosse por ela, talvez a gente não tivesse conseguido.

Pedro: Eu já estava sonhando em exibir algo ali faz um tempo. Então, foi muito incrível quando a oportunidade surgiu. Eu me senti muito grato porque o MIS é um lugar que… nossa! Só caiu a minha ficha quando a gente estava lá exibindo o curta. Eles postaram na programação do site, então foi um apoio muito bom!

Vocês pensam em trabalhar juntos novamente?

Renata: A minha parceria com o Pedro é eterna! Quero fazer muitos projetos com ele. A gente já escreveu um argumento juntos para o nosso primeiro longa e o meu plano é conseguir escrever o roteiro ainda este ano.

Pedro: Criar um longa é um negócio que não dá para fazer sem dinheiro. E aí é onde entra o lance do edital. O Brasil vem se fortalecendo nessa área, com leis de incentivo, e isso ajuda muito. Eu estou participando como editor numa série onde o pessoal conseguiu entrar em dois editais grandes, e aí eu percebi que dá para ir por esse caminho. E eu acho muito legal falar disso para que todo mundo saiba que tem outros meios também. Então, a gente está com o projeto desse longa e a gente queria continuar O Seguidor como um longa também, mas isso vai depender de investimento.

Renata: A gente mandou o curta para vários festivais, vários lugares e aí, dependendo do reconhecimento e do retorno que a gente tiver, ele pode virar um longa.

Quais dicas vocês dariam para alguém que está com vontade de fazer um curta?

Renata: Faça o máximo de filmes que você puder! Aproveite que com o celular, hoje, você consegue gravar e explorar muitas linguagens, inclusive no TikTok e no Instagram. E não faça tudo pensando que vai ter algum reconhecimento. Você aprende fazendo, então quanto mais você fizer, melhor.

E outra dica é assistir bastante making of. Eu e o Pedro gostamos de assistir. Você encontra no YouTube, por exemplo, e é bem interessante ver como as pessoas solucionam algumas questões quando vão gravar e você entende como elas fazem as coisas.

Pedro: Tenho duas dicas muito legais: ver bastante filme e estudar muito. Querendo ou não, isso é o que vai deixar você com mais repertório de movimentação de câmera, enquadramento, som… então eu acho que estudar e ver filmes é bem importante!

Como a Rê falou, você não pode achar que vai conseguir ter um retorno bom logo de cara, porque não vai. Tem que ser muito resiliente, e eu falo por experiência própria. E uma dica muito importante: encontre a galera certa! Saiba quem são as pessoas que vão estar com você e que vão entender e entrar na sua vibe. Isso é fundamental.

E sobre dinheiro, não posso ser hipócrita, ele pode ser um empecilho, sim. Mas tem jeito de se fazer filmes sem dinheiro, e essa fase é só no começo. Depois você vai investindo e conseguindo algo maior.

Assista O Seguidor!

O curta-metragem O Seguidor, dirigido por Pedro Kalli e Renata Moraes, fez sua pré-estreia no último sábado, no MIS, em São Paulo, e terá uma exibição exclusiva no próximo EBAC Talks. Confira o trailer! E se você ficou com vontade de entrar para o universo do audiovisual, a EBAC pode ajudar você nesse objetivo. Confira os nossos cursos da área e faça a sua inscrição!

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